Pitbull

A fama de mau não condiz em nada com essa raça que é muito apegada aos seus pais humanos e super amorosa, inclusive com estranhos, pode acreditar! Apesar de o nome completo da raça ser American Pit Bull Terrier, ele é mais conhecido aqui no Brasil simplesmente por "pit bull". Os ancestrais desses cães surgiram no Reino Unido no século XIX. O cruzamento de duas raças (Bulldogs e o Antigo Terrier Inglês) deram origem a uma raça que ficou conhecida como Bull-and-terrier. Queria-se criar uma raça que fosse muito forte, ágil e resistente e o Bull-and-terrier era tudo isso, além de terem um grande apego aos humanos. Por volta de 1845, esses cães foram levados para os Estados Unidos onde foram aperfeiçoados dando origem ao Pit Bull que conhecemos hoje. Por algum tempo, a raça foi usada para rinhas, mas por se tratar de algo ilegal na maior parte do mundo, sua popularidade como cachorro de guarda e até de companhia foi se expandindo.


Saúde

Cães da raça Pit Bull são geralmente saudáveis e não apresentam maiores complicações de saúde ao longo da vida, desde que possuam sempre as vacinas, antipulgas e vermífugos em dia, claro. Dentre algumas doenças que podem surgir em cachorros dessa raça podemos destacar a Displasia de Quadril, que leva o animal a sentir dores para andar e, dependendo do grau, pode até impossibilitar o cãozinho de se locomover. O tratamento pode ser desde exercícios moderados até cirurgia, por isso a importância de um acompanhamento com o médico veterinário. Além disso, Pit Bulls costumam apresentar alergias de pele, provenientes das mais diversas causas como contato com pólen, picadas de insetos a até mesmo à grama. Identificar qual a causa de uma alergia, principalmente em cães, é sempre difícil. Pode ser que seu cão tenha que se alimentar com rações especiais e fazer uso de medicamentos específicos quando tiver alguma crise alérgica, mas nada que comprometa a qualidade de vida do peludo. Eles podem ser mais sensíveis a algumas doenças virais. Pode ser recomendado que seu pit bull, quando filhote, receba mais de três doses da vacina polivalente (V8 ou V10).

Temperamento
A fama do Pit Bull nos remete a um animal agressivo, malvado, feroz e muito perigoso. Mas isso tudo não passa de mito. Assim como qualquer outro cachorro, a personalidade do animal e seu comportamento vão depender quase que inteiramente da forma como for criado e domesticado. O Pit Bull é uma raça muito, muito forte, por isso ele precisa de um cuidado extra na hora de ser adestrado, já que qualquer atitude que o animal tiver terá um impacto maior, devido à sua força. Mesmo as brincadeiras, elas serão mais brutas por causa de seu tamanho, mas não agressivas. O Pit Bull é um cão de companhia e melhor amigo como qualquer outro cãozinho. Eles são dóceis e amáveis com seus tutores e até mesmo com estranhos. É da responsabilidade de quem tem um cachorro Pit Bull saber criá-lo da melhor forma, a fim de que o cão entenda os limites de sua força. A socialização, por exemplo, deve ser feita desde filhote. Filhotes de Pit Bull devem fazer passeios diários a fim de interagir com estranho e principalmente com outros animais. O estímulo positivo quando seu Pit Bull agir de forma mais delicada e for cortês com os outros, vai garantir um animal que só terá amor para dar.

Cuidados
Como é de se esperar para um cão atleta, o American Pit Bull Terrier precisa de exercícios intensos e diários, não para criar músculos (como muitos tutores gostam de fazer), mas para que gaste a quantidade grandiosa de energia que possui. Além de caminhadas e corridas, que também servem como um momento muito bom para se passar ao lado do seu amigo peludo, brincadeiras são mais do que bem-vindas. Pegar a bolinha, esconder objetos para que ele procure, agility... tudo isso vai garantir que seu animal fique feliz e mantenha uma personalidade equilibrada. Esse contato com o ar livre também é um ótimo momento para socialização com estranhos e com outros animais, lembrando que isso deve ser feito desde que o bichinho ainda é apenas um filhote, a fim de obter resultados melhores nessa convivência com os outros.

Curiosidade

Os primeiros cães chegaram ao Brasil de forma discreta entre o final dos anos 1970, no Rio Grande do Sul, e início dos anos 1980 no Rio de Janeiro, usados primeiramente para combate e vindos de linhagens famosas. Em São Paulo, só em 1986 é que foi importado o primeiro cão conhecido, um macho Red Nose chamado Playboy, sem pedigree, um dos ancestrais de Pit Canchin, o patriarca da linhagem Canchin. Porém, a grande popularidade da raça só veio a acontecer no Brasil no final dos anos 1990. Hoje há uma maior preocupação com a procedência do plantel nacional, havendo aumento na importação de exemplares dos Estados Unidos.




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